“Quando tu estiveres prestes a morrer, toda a tua vida passará diante de teus olhos como em um grande flashback”.
Não comigo, não agora. Não, não deve ser a morte, não seria natural se assim fosse. Definitivamente não agora. Mas aquelas duas cenas insistem em voltar, cenas distintas, combinadas de modo a provocar um misto de dor e prazer. Não dá. Não dá para separar a dor do prazer e entenda dor como medo ou culpa, nunca como arrependimento.
Eu gosto mesmo é de errar por aí e sentir os perfumes confusos, os sabores excêntricos , as cores indefinidas, os sons/silêncios ensurdecedores e o toque penetrante da rua, das ruas em movimento.
As duas cenas voltam: uma delas foi, uma nunca será... Talvez por isso possam se fundir em perfeita harmonia: os olhos dele me abraçaram desde o princípio; os meus olhos jamais tornarão a abraçá-la...
E eu continuo a errar, meus sentidos se comprazem e amo o que vejo; amo, sobretudo, a liberdade de estar acompanhada somente da recordação. Há sim, sempre haverá prazer na dor, nem que ele só possa ser sentido no final do tal processo de aprendizagem. “Quando é que refletimos ? Nos momentos de crise, afinal, não há porque (querer) mudar o que está bom”.
Vivo em crise. E vago pelas ruas do meu porto alegre.
Não comigo, não agora. Não, não deve ser a morte, não seria natural se assim fosse. Definitivamente não agora. Mas aquelas duas cenas insistem em voltar, cenas distintas, combinadas de modo a provocar um misto de dor e prazer. Não dá. Não dá para separar a dor do prazer e entenda dor como medo ou culpa, nunca como arrependimento.
Eu gosto mesmo é de errar por aí e sentir os perfumes confusos, os sabores excêntricos , as cores indefinidas, os sons/silêncios ensurdecedores e o toque penetrante da rua, das ruas em movimento.
As duas cenas voltam: uma delas foi, uma nunca será... Talvez por isso possam se fundir em perfeita harmonia: os olhos dele me abraçaram desde o princípio; os meus olhos jamais tornarão a abraçá-la...
E eu continuo a errar, meus sentidos se comprazem e amo o que vejo; amo, sobretudo, a liberdade de estar acompanhada somente da recordação. Há sim, sempre haverá prazer na dor, nem que ele só possa ser sentido no final do tal processo de aprendizagem. “Quando é que refletimos ? Nos momentos de crise, afinal, não há porque (querer) mudar o que está bom”.
Vivo em crise. E vago pelas ruas do meu porto alegre.
Gabi, eu estive aqui!!
ResponderExcluirBjo grande e sabeis que as crises são necessárias para as recuperações,
Pri
Bem-vinda, Pri!
ResponderExcluirCom certeza. Veja que, nesta postagem, a noção de crise não é vista como problema, mas como solução.
Beijo
Oi gabi...
ResponderExcluirComplexo demais pra mim... :)
Bjs
Tua última frase me lembrou Bandeira em Pasárgada.
ResponderExcluirNossos momentos de crise são fundamentais para nosso crescimento. Sem eles, temos apenas a felicidade.